"O problema da Igreja não são os evangélicos, mas sim os falsos católicos" (Dom Eugênio Sales).
Não mais que 30% dos que se dizem católicos são habituais frequentadores da igreja. Os outros 70% orbitam em torno dela nas necessidades sociais e nos ritos de passagem como: batismo, casamento e velórios. Estes formam o estoque dos futuros ex-católicos...
Na Eucaristia que celebrou no dia 8 de maio, o Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza, disse que a tarefa da catequese é "vencer o analfabetismo religioso, ensinar o que Deus nos falou! Sem deixar-se paralisar pelas intermináveis perguntas metodológicas!".
O Cardeal destacou que "os problemas metodológicos, queridos amigos, são superados longamente pelos Santos que, com sua simplicidade e vida, são a catequese vivente mais eficaz que Deus mesmo oferece a seu povo".
O Prefeito disse também que "devemos reconhecer que a vida moral, dentro ou fora do nível eclesial, foi terrivelmente debilitada por uma catequese insuficiente, por uma formação incapaz (...). Certamente tudo isto não é culpa do concílio!".
Toda essa “pseudo-revolução” atual no Brasil – liderada por “pseudo-intelectuais” – não é nada novo na história da humanidade. Estes “líderes” querem colocar em prática ideias da Revolução Francesa com o objetivo de “iluminar” o povo brasileiro – mesmo que seja necessário ir contra a vontade deste povo.
A decisão contra a vida das crianças anencéfalas não foi apenas uma decisão contra valores cristãos ou católicos. Foi uma aberração jurídica, científico-positiva, ética e moral.
Se a interpretação de “sociedade democrática” for a mesma de “sociedade laicista”, o que haverá – e de fato há – será uma clara discriminação e preconceito a todos os tipos de valores não só religiosos, mas também éticos e morais.
Hoje em dia o único preconceito válido é contra a Igreja e contra os sacerdotes – para este preconceito não existe lei nem punição.
Infelizmente alguns meios de comunicação tem se esforçado por difundir ideias consideradas “politicamente corretas”, ainda quando contrárias à natureza própria do ser humano. A opinião pública foi induzida a acreditar que crianças anencéfalas não possuíam nem mesmo cabeça, ao mesmo tempo em que, na prática, se sabe que o diagnóstico de anencefalia é muito difícil de ser auferido e graduado.
O nosso dever agora é tentar frear o ativismo legislativo do Supremo Tribunal Federal que surgirá a partir desse juízo. Certamente não tardará a questão do aborto de crianças em outras situações graves. Não duvidaria que o tema da eutanásia viesse a ser a seguinte polêmica.
RESUMO: Foram abundantes, no período após o Concílio Vaticano II, os estudos criativos em Cristologia. Porém, nem sempre isentos de dificuldades e ambiguidades que podiam levar a compreensões errôneas de Jesus e de sua missão. Consequentemente, a Santa Sé e as Conferências Episcopais nacionais se sentiram no dever atentar os fiéis no que diz respeito a essas opiniões potencialmente equivocadas. A intenção do presente estudo é pontualizar algumas dessas opiniões, evidenciadas em documentos, instruções e notificações do Santo Padre e da Congregação para a Doutrina da Fé, além de estudos preparados pela Comissão Teológica Internacional. Foram encontradas ambiguidades nas seguintes matérias:
a) Em algumas metodologias usadas em Cristologia;
b) Em relação à pessoa de Jesus Cristo;
c) Em relação a Jesus Cristo e a Revelação divina;
d) Sobre o significado da Redenção;
e) Sobre a unicidade e universalidade da salvação em Jesus Cristo.
“Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos.”
Depois de já ter sido arquivado, o projeto de lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia”, que criminaliza manifestações contra o homossexualismo, foi trazido de volta ao debate pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que confirmou que o projeto deverá ser votado na Comissão de Direitos humanos do Senado nesta quinta-feira (8), dia da solenidade da Imaculada Conceição de Maria, fato que gerou indignação da parte de católicos de todo o Brasil. O projeto foi criticado também por alguns peritos em lei como juridicamente inútil.
Mais de 1500 mártires e confessores elevados aos altares da Igreja Ortodoxa Russa - apenas uma migalha do exército de vítimas das perseguições comunistas, da utópica pretensão de construir o paraíso na terra...
Crucifixo no centro do Altar, para que todos dirijam o olhar e
o coração para Aquele que está no centro da Celebração!
Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, Dom Guido Marini, mestre de Celebrações Litúrgicas do Papa Bento XVI, falou sobre o especial cuidado do Papa com a Santa Missa. Explicou que nas celebrações presididas pelo Santo Padre, "um dos aspectos significativos é o da centralidade do crucifixo sobre o altar", para que todos dirijam o olhar e o coração "para quem está no centro, o Senhor, para renovar seu sacrifício de amor pela salvação de todos". E afirmou que "o Papa repete frequentemente que a liturgia é o ato maior de adoração da Igreja, e deve conduzir na adoração".
O Arcebispo de Caracas (Venezuela), Cardeal Jorge Urosa Savino, exortou os sacerdotes a cultivarem o amor à Eucaristia e a respeitar "a estrutura e a natureza da Missa: não podemos mudá-la ao nosso arbítrio; não podemos inventar as orações; não podemos banalizá-la com superficialidade e convertê-la em um espetáculo".
Durante uma ordenação sacerdotal celebrada em 30 de julho na Catedral Metropolitana, o Cardeal recordou que o sacerdote, ao "atuar na pessoa de Cristo para a salvação das almas (…), é o único que pode presidir a Eucaristia. Daí vem a frase eclesiástica tão conhecida: ‘sem sacerdócio não há eucaristia’".
"(...) o Espírito Criador de todas as coisas e o Espírito Santo que Cristo fez descer do Pai sobre a comunidade dos discípulos são um e o mesmo: criação e redenção se pertencem reciprocamente e constituem, em profundidade, um único mistério de amor e de salvação. O Espírito Santo é, antes de tudo, o Espírito Criador e, portanto, Pentecostes é a festa da criação. Para nós, cristãos, o mundo é fruto de um ato de amor de Deus (...)"
O Papa pediu aos bispos que estimulem os fiéis leigos a “vencer todo espírito de fechamento, distração e indiferença, e a participar em primeira pessoa na vida pública”, para construir uma sociedade que respeite plenamente a dignidade humana. E insistiu na importância das “iniciativas de formação inspiradas na Doutrina social da Igreja, para que quem esteja chamado a responsabilidades políticas e administrativas não seja vítima da tentação de explorar sua posição por interesses pessoais ou por sede de poder”.
“A fé, de fato, não é alienação: são outras as experiências que contaminam a dignidade do homem e a qualidade da convivência social" (Papa Bento XVI).
«Um dos esmorecimentos mais trágicos de que a Igreja padeceu na segunda metade do século XX foi ter negligenciado o dom do Espírito Santo no sacramento da penitência.»
Palavras do Cardeal Joachim Meisner, no encontro internacional de sacerdotes realizado no encerramento do Ano Sacerdotal, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros (Roma, em 9 de junho de 2010).
"A Palavra do Senhor é luz do intelecto e fogo para a vontade, para que o homem possa conhecer e amar a Deus. Para o homem interior, que, por meio da graça, vive do Espírito Santo, é pão e água, mas pão doce como o de mel e água melhor do que o vinho e o leite. (...) É um martelo contra um coração duramente obstinado nos vícios. É uma espada contra a carne, o mundo e o demônio, para destruir todo pecado." (São Lourenço de Brindes, Doutor da Igreja.)
As relações entre cristãos gregos e latinos se tornaram tensas por um motivo teológico: o Espírito Santo procede do Pai e do Filho? (posição latina) ou procede do Pai pelo Filho? (posição grega). A controvérsia se tornou candente nos séculos IX-XI, levando ao cisma bizantino de 1054, cisma que até hoje perdura, embora as conversações dos teólogos de parte a parte estejam contribuindo para aproximar entre si os irmãos. No fundo, pode-se dizer que a controvérsia é mais linguística do que propriamente teológica: gregos e latinos não entendem do mesmo modo o vocábulo "proceder".
A eleição terminou, mas a luta não. A senhora Dilma Rousseff é a nova Presidente do Brasil. A primeira ex-guerrilheira no Executivo do país. Militante de um partido com uma agenda programática agressiva ao direito à vida e ao reconhecimento da família como comunidade fundada na união indissolúvel de um homem e uma mulher.
Pois bem, é tempo de orar, de orar por todas as autoridades eleitas, todas elas. Orar pela senhora Dilma Rousseff, segundo nos ensina uma perene tradição eclesial "orem por todos os que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros" (1 Tm 2: 1-4) porque devemos "pagar a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra" (Rm 13.7).
(...) ela terá de nós respeito e obediência em tudo aquilo que mande e esteja ordenado ao bem comum e não confronte a lei natural e a lei de Deus, mas quando fira estes princípios terá certamente nossa firme e contundente oposição. Somos obrigados, não só a não obedecer, mas também a nos opor ativamente às leis iníquas.
Agora é joelho no chão, espada na mão, e fogo no coração!
Porta-vozes do PT mandam o Papa calar a boca. Leia o que escreveram Mino Carta e Kotsho
Não foi apenas a ex-ministra Dilma Roussef quem desdenhou da orientação passada aos seus fiéis brasileiros pelo Papa Bento XVI, porque líderes do PT também reagiram mal ao que leram e viram na imprensa. "Isto é coisa dele", só faltou dizer Dilma Roussef na TV. Lula foi ainda mais longe, ao lembrar que o Brasil é laico e independente, como se o Papa e a Igreja Católica ignorassem isso. O Brasil é laico, mas não é ateu e nem exige que os brasileiros sejam ateus, já que a Constituição reconhece total liberdade religiosa. O Papa orientou os católicos para que não votem em candidatos que defendem o aborto. O caso envolve questão religiosa de extraordinária relevância, porque os cristãos, católicos sobretudo, consideram que existe vida a partir da fecundação, o que quer dizer que para as Igrejas o aborto não passa de assassinato - um taque direto à vida. LER TEXTO NA ÍNTEGRA
Declaração de voto
Como eu já tive a oportunidade de dizer outras vezes aqui, estas eleições estão sendo um momento histórico para o Brasil. Pela primeira vez, os temas morais inegociáveis – como o aborto – foram trazido à luz do dia e discutidos publicamente. Pela primeira vez, a máscara de bom-mocismo do Partido dos Trabalhadores foi arrancada publicamente, pondo a descoberto a face assassina e totalitária do partido que, infelizmente, hoje se encontra no governo desta Terra de Santa Cruz. Pela primeira vez, corajosos membros do clero levantaram a sua voz claramente contra o projeto imoral e anti-cristão do PT, cumprindo com o seu “grave dever” de orientar os fiéis católicos sobre as questões políticas prementes com relação às quais estes, por tanto tempo, foram mantidos em ignorância. Pela primeira vez, os maus católicos colocaram as garras de fora e mostraram que cerram fileiras com os inimigos da Igreja, ao invés de cerrá-las com Cristo. LER TEXTO NA ÍNTEGRA
Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI. Num discurso pronunciado, nesta manhã de quinta-feira, para bispos do Nordeste – reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff – Bento XVI condenou com clareza “os projetos políticos” que “contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto”.
Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.
É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.
O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer “a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambiguidade”. O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem “o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência “de símbolos religiosos na vida pública”.
Veja também: Aborto e eutanásia são traição ao ideal democrático Os bispos têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas, afirma Bento XVI Seria falsa qualquer defesa dos DDHH que não compreendesse a defesa do direito à vida - LER NOTÍCIA NA ÍNTEGRA
Esquerdismo anti-vida ousa o inimaginável: ameaças de morte a bispos brasileiros?
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, foi objeto de ameaças de morte que proviriam de seguidores do petismo, por causa de suas notórias posições contra o aborto e pela vida humana.
A crise já reboa no exterior. A Radio Vaticana diz que “infelizmente não se trata de um caso isolado: receberam ameaças explícitas, informa a agência vaticana Fides, também o bispo de Lorena, D. Benedito Beni Dos Santos, e o bispo de Santo André, e presidente da Regional Sul 1, D. Nelson Westrupp.”
Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido.” (...) o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007 afirma-se “por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” que inclui “a defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público (Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).
A Igreja Católica, afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II “não se confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)” e respeita os cidadãos em suas “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal (GS no 75)”. Mas também afirma que “faz parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)”.
Deputado denuncia ilegalidade do Consenso de Brasília e lança projeto de lei para desautorizá-lo
BRASILIA, 08 Out. 10 (...) - No dia 4 de agosto, o Deputado Paes de Lira pronunciou no Congresso Brasileiro um discurso denunciando a ilegalidade do "Consenso de Brasília", documento elaborado pela Secretaria das Políticas das Mulheres do governo Lula em conjunto com a CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU), que pretende promover a legalização do aborto em toda a América Latina, utilizando a pressão dos organismos regionais da ONU. Junto com o pronunciamento, os deputados federais Paes de Lira, Talmir Rodrigues e Miguel Martini apresentaram à Câmara o Projeto de Decreto Legislativo PDC 2840/2010, que susta os efeitos gerados pelo "Consenso".