Mostrando postagens com marcador Papa Bento XVI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papa Bento XVI. Mostrar todas as postagens

17 de jul de 2012

Estado laico e Liberdade

"A liberdade não é um privilégio para alguns, mas um direito para todos, um direito precioso que o poder civil deve garantir. Todavia, liberdade não significa arbítrio do indivíduo, mas implica ao contrário a responsabilidade de cada um. Este constitui um dos elementos principais da laicidade do Estado: assegurar a liberdade, a fim de que todos possam propor a sua visão da vida comum, mas sempre no respeito pelo próximo e no contexto das leis que visam o bem de todos."

Papa Bento XVI, Discurso (02/06/2012).

13 de jul de 2012

Família, patrimônio principal da humanidade

"A fé em Jesus Cristo, morto e ressuscitado por nós, vivo no meio de nós, deve animar todo o tecido da vida pessoal e comunitária, particular e pública, de maneira a permitir um «bem-estar» estável e autêntico, a partir da família, que deve ser redescoberta como patrimônio principal da humanidade, coeficiente e sinal de uma cultura verdadeira e sólida a favor do homem."

Papa Bento XVI, Discurso (01/06/2012).

12 de jul de 2012

Maria, Filha de Sião

"«A minha alma glorifica ao Senhor e o meu Espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 46).

(...) Maria pôs Deus no centro da própria vida, abandonando-se à sua vontade com confiança, em atitude de docilidade humilde ao seu desígnio de amor. Por causa desta sua pobreza de espírito e humildade de coração, foi escolhida para ser o templo que traz em si o Verbo, o Deus feito homem. Portanto, dela é figura a «Filha de Sião», que o profeta Sofonias convida a alegrar-se, a exultar de júbilo (cf. Sf 3, 14)."

Papa Bento XVI, Discurso (31/05/2012).

6 de jul de 2012

Santíssimo Sacramento, sinal supremo do verdadeiro Sagrado

"Deus, nosso Pai, (...) mandou o seu Filho ao mundo não para abolir, mas para levar a cumprimento também o sagrado. No ápice desta missão, na última Ceia, Jesus instituiu o Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue, o Memorial do seu Sacrifício pascal. Agindo deste modo, Ele pôs-se no lugar dos sacrifícios antigos, mas fê-lo no âmbito de um rito, que ordenou aos Apóstolos que perpetuassem como sinal supremo do verdadeiro Sagrado, que é Ele mesmo."

Papa Bento XVI, Homilia (07/06/2012).